Como o desenho é construído
Na borda externa há um anel de trinta e seis pontinhos que emoldura tudo. Logo abaixo se abrem doze pétalas grandes, cada uma com um ponto na base, e entre elas aparecem vinte e quatro pétalas mais finas. Mais para dentro, um círculo separa essa coroa do coração da flor, onde oito folhas pontudas cercam outro círculo pequeno. A mistura de formas redondas e pontudas dá muito jogo de cor.
Em que idade funciona melhor
Rende bastante entre dez e catorze anos, sobretudo depois de uma mandala mais fácil. Existem muitos espaços pequenos, mas nenhum realmente minúsculo, então não cansa a vista nem a mão. Quem está nos anos mais altos dessa faixa pode complicar de propósito, sombreando dentro de cada pétala ou inventando padrões nas áreas largas.
Dicas para imprimir com nitidez
Baixe o PDF em A4 ou Carta e confira se a escala está em cem por cento antes de imprimir. Se a sua impressora gasta tinta demais na qualidade alta, o modo normal basta, porque a linha é fina e limpa. Não marque a opção de ajustar à página, para as pétalas de fora não serem cortadas, e mantenha as margens que o arquivo já traz.
Um jeito diferente de pintar
Guarde os tons quentes, como laranja, rosa e vermelho, para as doze pétalas grandes e use azuis e verdes nas vinte e quatro finas. O contraste faz a flor parecer vibrar. O miolo de oito folhas fica lindo em amarelo com um pontinho vermelho no centro, e os trinta e seis pontos da borda podem alternar duas cores.
Jeitos de refazer o mesmo desenho
Esta mandala aceita leituras bem diferentes. Uma ideia é pintá-la como um jardim de verão, com pétalas rosa, amarelas e laranja. Outra é tratá-la como uma flor noturna, em azuis profundos e violetas, com brilhos prateados feitos com caneta de gel. Dá também para pintar só as doze pétalas grandes e deixar o resto branco, o que fica muito elegante, ou testar um fundo escuro com pétalas claras. Cada versão conta uma história diferente com exatamente as mesmas linhas.